Depois de alguma reflexão, pesquisa e análise decidi que estava pronto a pôr em prática uma técnica conhecida como brainstorming em prol do tema que ando a desenvolver.
Vocês que não são possuidores de um conhecimento tão vasto como o meu, estão neste momento a perguntar “mas que raio é isso Pitanga?”. Eu explico-vos. Brainstorming, se vocês perceberem alguma coisa de inglês, surge da junção das palavras brain (cérebro) e storm (tempestade) e em tradução livre quer dizer algo como “tempestade de ideias”. Ou seja, não é mais do que uma saudável troca de ideias entre vários intervenientes, especializados em diferentes áreas de conhecimento, com vista a um objectivo comum. E é isso que nos interessa neste momento. Ou pelo menos interessa-me a mim que continuo a gostar de gajas.
Agora que já vos passei um bocado de conhecimento, vamos voltar ao inicio da questão.
Depois de alguma reflexão, pesquisa e análise entrei em contacto com dois conhecidos meus que julgo serem heterossexuais (hoje em dia não tenho certezas absolutas neste campo e por isso uso a palavra “julgo”) e possuidores da idoneidade e da competência necessária para este debate. Um deles já frequentou o curso de Psicologia e por isso sabe como funciona o cérebro humano e esteve rodeado de gajas no curso. Actualmente está no último ano de Fisioterapia o que indica que percebe do corpo humano e continua rodeado de gajas… O outro interveniente na matéria é Engenheiro Civil e, como é do conhecimento geral, um dos maiores observadores da espécie feminina é o macho que trabalha nas obras. Ninguém tem um faro tão apurado para detectar um pipi ainda antes de uma esquina e possui uma carteira de piropos tão vasta e diversa como um homem que trabalhe nas obras. Como vocês não têm capacidade para perceber o porquê da escolha destes dois indivíduos, vou-vos demonstrar que esta foi muito bem efectuada (modéstia à parte).
O primeiro é estudioso do corpo e da mente feminina (os conhecimentos da parte masculina podem ficar para ele) e convive há vários anos no seu dia a dia com um infindável número de pipis na sua faculdade. Todos os anos entram pipis novos e saem pipis velhos. É a reciclagem de que tanto se fala e está na moda e à qual os portugueses têm que aderir para Portugal cumprir as metas do Protocolo de Quioto. Tem portanto o conhecimento e a prática do lado dele.
O segundo passou 5 anos da vida dele a tirar um curso apinhado de gajos e sabia de antemão que quando fosse trabalhar este cenário não iria mudar. Foi como se tivesse assinado uma sentença de morte aos 18 anos e, desde aí, reina a mangueira no seu dia a dia. É portanto um indivíduo cujos padrões de exigência, por circunstâncias da vida, estão mais baixos relativamente ao primeiro e apenas quer dar uso ao piroco que Ozzy Todo-poderoso lhe deu. Tem a inocência e a pureza de uma criança que só quer brincar e por isso quase que reduz esta questão à velha máxima: é gaja, tem pito, vai abaixo. Tem portanto o puro instinto animal do lado dele, personificando o ditado: o que vier à rede é peixe.
Consegui assim reunir duas personagens que representam mundos opostos no que à busca pelo pipi diz respeito. Seguiu-se então um debate moderado por mim em que foram expostos diferentes pontos de vista e várias ideias que visam desenvolver a norma relativa ao Índice de Pinabilidade. Nos próximos textos irei apresentar algumas das ideias que me ocorreram durante e depois deste debate.

2 comentários:
Três mentes brilhantes unidas por um objectivo nobre! Mal posso esperar para ver os resultados. Que Jesus esteja com vocês!
Medo...!
(nao desfazendo das outras duas mentes brilhantes, claro)
Enviar um comentário