quinta-feira, 24 de abril de 2008

Índice de Pinabilidade IV – Unidade de medida

Caros ilustres, hoje vou demonstrar como é que se calcula o IP e a que equivale a nova unidade do Sistema Internacional: o Pinâmetro.

Se bem se lembram, “Serão testados vários falos (em separado e simultâneo), a diferentes velocidades, cujas características serão inseridas no software e este irá calcular o correspondente valor do I.P., em Pinâmetros, quando o pipi em estudo estiver saciado”. Ou seja, é preciso considerar os factores falo, velocidade e tempo para o cálculo do IP geral e os “factores próprios de cada gaja” para o cálculo do IP específico. Com isto, e porque sou inteligente, facilmente elaborei a primeira expressão matemática, onde os “factores próprios de cada gaja” são representados por a (a= alpha, sem unidade) e serão definidos em publicações futuras. Fazendo uma pequena introdução a estes factores, se o somatório dos afavoráveis for superiores ao dos adesfavoráveis, o valor do IP especifico vai aumentar em relação ao geral e vice-versa. Assim apresento a 1ª Lei de Pitanga:

“E como se calcula o IP geral Pitanga?”, perguntam vocês. “Calcula-se com a magnífica e estupenda formula que eu deduzi e apresento a seguir, seus rabicholas.”, respondo eu.

Nesta esplêndida, extraordinária e espectacular formula, Sl representa a superfície lateral do falo em metros quadrados e C o seu comprimento em metros. Explicando de forma a que vocês percebam, a divisão entre os dois valores demonstra que para um mesmo valor de Sl, quanto maior for C mais fino é o falo, da mesma maneira que para um mesmo valor de C, quanto maior for Sl mais grosso é o falo. Deve-se fazer o somatório desta divisão no caso de ser necessário mais do que um falo em simultâneo para o pipi ficar saciado.

A letra t representa o tempo, em segundos, que foi necessário para o pipi ficar satisfeito e v a velocidade de “entra-e-sai” do(s) falo(s) em metros por segundo. Substituindo esta expressão na primeira e trocando as variáveis pelas respectivas unidades, cheguei à conclusão que 1 Pinâmetro equivale a 1 metro cúbico por metro!

“Pitanga isto é demais para as nossas capacidades. Tu que tens grande inteligência e tudo sabes, explica-nos o que é que isso quer dizer, se faz favor.”. Os meus pais sempre me ensinaram que devemos ajudar os mais desfavorecidos e nesta situação, como a vossa inteligência não vos favorece, eu ajudo-vos a descortinar o significado da minha descoberta.

Se vocês fizeram a 4º classe, deviam saber que um volume exprime-se em metros cúbicos e um comprimento em metros. Como na expressão fantasticamente deduzida por mim obtém-se um valor em m3/m, este traduz o volume de piroca, por metro de comprimento, que a gaja em questão gosta de levar, sendo que quanto maior for esse valor, mais pinona é a gaja! Ou seja, obtém-se um volume de piroca para um comprimento base de 1m e, como sabemos, se o piroco tem o mesmo tamanho, uma gaja que embrulha grosso é objectivamente mais pinona do que uma que empacota fino.

Acho que acabei de contribuir consideravelmente para a evolução da humanidade e demonstrei como a matemática pode ser útil para quem tem pila. Depois vai aparecer o Sócrates a roubar-me os créditos e dizer que a subida das notas a matemática nos exames nacionais deste ano se deveu ás politicas do governo… Malandro

sexta-feira, 18 de abril de 2008

Bite Scruff

Como vocês sabem, em tempos pertenci à melhor banda do mundo (segundo ranking publicado no jornal 24 Horas). Se não sabem, perguntem à vossa namorada que ela certamente saberá dizer-vos quem sou eu (atenção que só contam as namoradas do sexo feminino). Se não tiverem namorada, perguntem á vossa mãe.

Após anos de sucesso, discos de platina, capas de revista e Tours por esse globo fora, surgiram os tradicionais problemas típicos das grandes bandas: drogas, dinheiro, gajas e desentendimentos internos. Nos dois últimos pontos tenho a minha quota-parte de culpa e por isso peço desculpa. A minha beleza e o meu talento na guitarra sempre foram invejados pelos restantes membros da banda. Na altura eles não aceitavam isso muito bem mas hoje em dia já se resignaram e dão-se todos bem comigo. Não se pode culpar alguém por nascer com um dom! Ou vários, como no meu caso… Porém, não é por isso que estou a escrever.

Tenho recebido montes de cartas de fãs (fêmeas essencialmente) a pediram-me para que a banda volte.

Neste momento isso não é possível devido a problemas que estão a ser resolvidos em tribunal. Mas como não sou insensível e sempre mostrei gratidão para com os fãs que iam aos nossos concertos para me ver, decidi que vou disponibilizar algumas gravações nunca antes lançadas pela banda.

Posto isto, nos próximos textos vou disponibilizar algumas raridades, gravações de estúdio, gravações ao vivo, B-Sides, singles lançados no mercado asiático e outras coisas…

quinta-feira, 17 de abril de 2008

Índice de Pinabilidade III – Pinómetro

Uma das vertentes fundamentais para a elaboração da norma é a parte experimental. O trabalho de laboratório e análise de resultados que vocês costumavam deixar para os outros fazerem nas aulas laboratoriais das escolas que frequentaram (se é que frequentaram). Como tal, e como não vos quero obrigar a trabalhar, eu próprio vou-me encarregar da parte experimental do trabalho. Vou portanto sacrificar-me em prol da evolução da ciência e da humanidade testando vários pipis de diferentes tamanhos, fisionomias e raças.

A ideia passa por conceber uma máquina, que baptizei de Pinómetro (vejam o protótipo na imagem abaixo), onde a senhora objecto de estudo senta o seu pipi em cima de um falo artificial que deverá corresponder o mais possível à realidade (como referência usarei o meu).

Para os leitores menos conhecedores, ou seja, a maioria, falo é o termo técnico para piroca e digo falo porque sou bem-educado. Adiante… Liga-se então a máquina e esta irá fazer o falo subir e descer imitando o acto sexual entre dois mamíferos. Serão testados vários falos (em separado e simultâneo), a diferentes velocidades, cujas características serão inseridas no software e este irá calcular o correspondente valor do I.P., em Pinâmetros, quando o pipi em estudo estiver saciado. Este valor deverá ser depois multiplicado por coeficientes que dependerão de factores próprios de cada gaja (estado civil, grávida, viúva, seropositiva, etc…), obtendo assim o I.P final para a gaja em questão. A título de exemplo, uma gaja que só ficasse satisfeita depois de levar com um falo africano teria obrigatoriamente um I.P. mais elevado do que uma que se contentasse com um falo asiático, assim como uma velocidade maior ou um número de falos superior à unidade conduziria a um I.P. elevado. “Ah mas isso depende do tamanho e elasticidade de cada pipi!”, dizem vocês armados em espertalhaços. E fico triste por ouvir tamanha verborreia. O pipi de uma gaja é o sitio por onde, depois de engravidarem (e por isso já andou piroca por lá), vai sair um girino com mais ou menos 3,5Kgs e meio metro de comprimento. Por isso é obvio que um pipi vulgar tem elasticidade mais do que suficiente para receber as vossas pirocas de 80g e 15cm. E com a idade e o uso, eles esticam e cada vez são mais difíceis de saciar! Até me fazem enervar e dizer piroca! Voltando à ciência…

Deverá ser testado o maior número possível de gajas tendo em conta as diferentes raças, tamanhos, envergaduras, extractos sociais e idades para garantir que os valores standard encontrados para cada tipo de gaja sejam o mais exactos possível, pois esses valores serão os que constarão na norma como valores padrão.

Peço então que os pipis interessados em contribuir para a evolução da ciência e da humanidade entrem em contacto comigo através do blog para preencherem uma ficha de candidatura e, se preencherem os requisitos necessários à investigação, verem os vossos pipis testados. Aos pipis colaboradores agradeço desde já a disponibilidade para saciar a minha sede de conhecimento e contribuírem para esta nobre causa.

terça-feira, 15 de abril de 2008

Hoje acordei com um dilema

Será que as pessoas que fumam, apenas fumam porque gostam de ter a boca ocupada? Não havia outras maneiras de ocupa-la? Com tantas coisas que podiam meter na boca (comida, por exemplo) porque é que optam por meter algo que tem forma cilíndrica e que não é comestível?

Há quem diga que é para se inserirem na sociedade e integrarem-se. Para se ser fixe quando se tem 13 anos. Até podia concordar com isso. O problema é que, onde eu moro, quem mete coisas cilíndricas não comestíveis na boca, tem outro nome… Isto deixa-me confuso!

Fica aqui a reflexão. Pensem nisto.

segunda-feira, 14 de abril de 2008

Índice de Pinabilidade II – Brainstorming

Depois de alguma reflexão, pesquisa e análise decidi que estava pronto a pôr em prática uma técnica conhecida como brainstorming em prol do tema que ando a desenvolver.

Vocês que não são possuidores de um conhecimento tão vasto como o meu, estão neste momento a perguntar “mas que raio é isso Pitanga?”. Eu explico-vos. Brainstorming, se vocês perceberem alguma coisa de inglês, surge da junção das palavras brain (cérebro) e storm (tempestade) e em tradução livre quer dizer algo como “tempestade de ideias”. Ou seja, não é mais do que uma saudável troca de ideias entre vários intervenientes, especializados em diferentes áreas de conhecimento, com vista a um objectivo comum. E é isso que nos interessa neste momento. Ou pelo menos interessa-me a mim que continuo a gostar de gajas.

Agora que já vos passei um bocado de conhecimento, vamos voltar ao inicio da questão.

Depois de alguma reflexão, pesquisa e análise entrei em contacto com dois conhecidos meus que julgo serem heterossexuais (hoje em dia não tenho certezas absolutas neste campo e por isso uso a palavra “julgo”) e possuidores da idoneidade e da competência necessária para este debate. Um deles já frequentou o curso de Psicologia e por isso sabe como funciona o cérebro humano e esteve rodeado de gajas no curso. Actualmente está no último ano de Fisioterapia o que indica que percebe do corpo humano e continua rodeado de gajas… O outro interveniente na matéria é Engenheiro Civil e, como é do conhecimento geral, um dos maiores observadores da espécie feminina é o macho que trabalha nas obras. Ninguém tem um faro tão apurado para detectar um pipi ainda antes de uma esquina e possui uma carteira de piropos tão vasta e diversa como um homem que trabalhe nas obras. Como vocês não têm capacidade para perceber o porquê da escolha destes dois indivíduos, vou-vos demonstrar que esta foi muito bem efectuada (modéstia à parte).

O primeiro é estudioso do corpo e da mente feminina (os conhecimentos da parte masculina podem ficar para ele) e convive há vários anos no seu dia a dia com um infindável número de pipis na sua faculdade. Todos os anos entram pipis novos e saem pipis velhos. É a reciclagem de que tanto se fala e está na moda e à qual os portugueses têm que aderir para Portugal cumprir as metas do Protocolo de Quioto. Tem portanto o conhecimento e a prática do lado dele.

O segundo passou 5 anos da vida dele a tirar um curso apinhado de gajos e sabia de antemão que quando fosse trabalhar este cenário não iria mudar. Foi como se tivesse assinado uma sentença de morte aos 18 anos e, desde aí, reina a mangueira no seu dia a dia. É portanto um indivíduo cujos padrões de exigência, por circunstâncias da vida, estão mais baixos relativamente ao primeiro e apenas quer dar uso ao piroco que Ozzy Todo-poderoso lhe deu. Tem a inocência e a pureza de uma criança que só quer brincar e por isso quase que reduz esta questão à velha máxima: é gaja, tem pito, vai abaixo. Tem portanto o puro instinto animal do lado dele, personificando o ditado: o que vier à rede é peixe.

Consegui assim reunir duas personagens que representam mundos opostos no que à busca pelo pipi diz respeito. Seguiu-se então um debate moderado por mim em que foram expostos diferentes pontos de vista e várias ideias que visam desenvolver a norma relativa ao Índice de Pinabilidade. Nos próximos textos irei apresentar algumas das ideias que me ocorreram durante e depois deste debate.

sábado, 12 de abril de 2008

Esclarecimento

A propósito do último texto que aqui publiquei, a certa altura escrevi: “homens (leia-se “fracção heterossexual”, e por isso talvez este texto não vos interesse muito)”. Alguns de vocês podem ter ficado ofendidos mas esta afirmação teve como base as noticias que nos últimos tempos tenho visto na TV ou na internet e que me demonstram que o lóbi homogay está a crescer mais do que os putos de 3 anos que comem aos 5 e 6 Danoninhos por dia! Só ontem foram duas notícias (que eu tivesse visto)!

Primeira: no Brasil, pela primeira vez, dois “homens” casaram-se com os mesmos direitos que um casal heterossexual! E a mãe de um deles era… transmontana!! Agora Portugal exporta disto?! É assim que queremos ser conhecidos lá fora?! De Machos-Latinos vamos passar pra Bichos-Latinos…

Segunda: um grupo de mulheres organizou um protesto contra o desaparecimento de homens heterossexuais. Pelos vistos o efeito deste desaparecimento já se começa a sentir nos pipis e cus das gajas que lhes querem dar uso. Estas mulheres estão a tentar recuperar os "homens" perdidos para as forças do mal com slogans publicitários como o que a seguir apresento.

Veredicto: eu acho bem e apoio o lóbi homogay. Quantos mais gajos a brincaram com a piroca uns dos outros, mais pipi sobra pra malta que tem mais do que 2 neurónios! E ao que parece, nos dias de hoje, eu sou um privilegiado!

Posto isto, a minha frase fez todo o sentido e vou continuar a tratar-vos da mesma maneira por respeito à maioria dos leitores deste blog. Porque sou bem-educado.

Índice de Pinabilidade I – Introdução

O que venho aqui propor é algo de inovador e revolucionário! Algo que vai mudar a vida dos homens (leia-se “fracção heterossexual”, e por isso talvez este texto não vos interesse muito).

Proponho então, a criação de uma norma ao estilo das normas EN e NP em vigor na Europa e Portugal, respectivamente, que permita, através de métodos padrão devidamente testados, traduzir em valor numérico a aptidão natural de uma gaja para pinar. Basicamente a norma consistirá num conjunto de procedimentos standard que permitirá saber se uma gaja é pinona ou não. Se é presa fácil ou se vai dar luta. Se implica perder muito tempo com ela até abrir as pernas ou não.

Caso vocês nunca tenham reparado (e é bem possível que não devido ás vossas limitações) hoje em dia existem unidades de medida para quase tudo! Quase! E digo “quase” porque ainda não há uma unidade de medida que traduza o quão pinona uma gaja é. Posto isto, resolvi criar aquilo a que chamei de Índice de Pinabilidade que irá traduzir em Pinâmetros (Pin) a aptidão natural de uma gaja para pinar. Nos próximos tempos irei desenvolver este tema com o devido cuidado e respeito que ele merece.

Quem quiser colaborar com este projecto pode contribuir fornecendo ideias (no caso de seres gajo) ou com ideias e voluntariado (no caso de teres nascido gaja e assim permaneceres).

sexta-feira, 11 de abril de 2008

Boas caros panascas

Andava eu aqui a ver isto dos blogs e reparo que há falta de seriedade neste mundo da internet. Como tal, criei este magnifico e deslumbrante blog com vista a debater assuntos sérios e de real interesse. Assim sendo, permito-vos a honra de lerem os meus fascinantes e sumptuosos pensamentos de carácter científico e educacional.