quinta-feira, 17 de abril de 2008

Índice de Pinabilidade III – Pinómetro

Uma das vertentes fundamentais para a elaboração da norma é a parte experimental. O trabalho de laboratório e análise de resultados que vocês costumavam deixar para os outros fazerem nas aulas laboratoriais das escolas que frequentaram (se é que frequentaram). Como tal, e como não vos quero obrigar a trabalhar, eu próprio vou-me encarregar da parte experimental do trabalho. Vou portanto sacrificar-me em prol da evolução da ciência e da humanidade testando vários pipis de diferentes tamanhos, fisionomias e raças.

A ideia passa por conceber uma máquina, que baptizei de Pinómetro (vejam o protótipo na imagem abaixo), onde a senhora objecto de estudo senta o seu pipi em cima de um falo artificial que deverá corresponder o mais possível à realidade (como referência usarei o meu).

Para os leitores menos conhecedores, ou seja, a maioria, falo é o termo técnico para piroca e digo falo porque sou bem-educado. Adiante… Liga-se então a máquina e esta irá fazer o falo subir e descer imitando o acto sexual entre dois mamíferos. Serão testados vários falos (em separado e simultâneo), a diferentes velocidades, cujas características serão inseridas no software e este irá calcular o correspondente valor do I.P., em Pinâmetros, quando o pipi em estudo estiver saciado. Este valor deverá ser depois multiplicado por coeficientes que dependerão de factores próprios de cada gaja (estado civil, grávida, viúva, seropositiva, etc…), obtendo assim o I.P final para a gaja em questão. A título de exemplo, uma gaja que só ficasse satisfeita depois de levar com um falo africano teria obrigatoriamente um I.P. mais elevado do que uma que se contentasse com um falo asiático, assim como uma velocidade maior ou um número de falos superior à unidade conduziria a um I.P. elevado. “Ah mas isso depende do tamanho e elasticidade de cada pipi!”, dizem vocês armados em espertalhaços. E fico triste por ouvir tamanha verborreia. O pipi de uma gaja é o sitio por onde, depois de engravidarem (e por isso já andou piroca por lá), vai sair um girino com mais ou menos 3,5Kgs e meio metro de comprimento. Por isso é obvio que um pipi vulgar tem elasticidade mais do que suficiente para receber as vossas pirocas de 80g e 15cm. E com a idade e o uso, eles esticam e cada vez são mais difíceis de saciar! Até me fazem enervar e dizer piroca! Voltando à ciência…

Deverá ser testado o maior número possível de gajas tendo em conta as diferentes raças, tamanhos, envergaduras, extractos sociais e idades para garantir que os valores standard encontrados para cada tipo de gaja sejam o mais exactos possível, pois esses valores serão os que constarão na norma como valores padrão.

Peço então que os pipis interessados em contribuir para a evolução da ciência e da humanidade entrem em contacto comigo através do blog para preencherem uma ficha de candidatura e, se preencherem os requisitos necessários à investigação, verem os vossos pipis testados. Aos pipis colaboradores agradeço desde já a disponibilidade para saciar a minha sede de conhecimento e contribuírem para esta nobre causa.

2 comentários:

Anónimo disse...

Fico assustado com a quantidade de vezes que referes palavras como "falo" e "piroca"!

Jesus disse...

Jesus aprova esta experiência. É tudo para o bem da humanidade!